domingo, 28 de novembro de 2010

Ser e Poder



Em muitos momentos queremos nos auto – afirmar, ou provar algo para alguém, tentando nos valer de nossas competências para provar que somos capazes de algo, que às vezes muitos não o são. Porém nem sempre podemos fazer tudo que queremos, nem sempre o que somos é suficiente para realizar determinadas coisas.

Somos o que somos, mas nem sempre podemos o que queremos. Há uma linha tênue entre ser e poder. Nossos desejos muitas vezes não podem ser atendidos, apesar de pensarmos que esses são simples e estão dentro de nossas possibilidades.

Muitas vezes temos vontade de solucionar um problema, de ordem pessoal e/ou social, e nos deparamos com limites. Nesse momento nos sentimos frustrados, incapazes, inúteis, esquecendo que somos seres humanos e que isso faz de nós seres limitados. Apesar disso, não devemos olhar nossas limitações de forma negativa, afinal não seria tão agradável assim ter a possibilidades de realizar todas as coisas.

Se fossemos seres auto – suficientes viver em sociedade seria um problema, pois não encontraríamos razão para conviver com o outro, já que nós mesmos nos bastaríamos. Não podemos todas as coisas e é nisso que está o sentido da convivência, pois encontramos nas outras pessoas aquilo que não encontramos em nós. É através da vida em sociedade que nos sentimos completos.

Nem Tudo é como queremos que seja. Nem todas as coisas nos são possíveis. O que somos não nos faz capazes de realizar todas as coisas. Podemos mais do que imaginamos, mas não podemos fazer, e/ou ter, tudo que queremos.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Reflexão Quinta - Escolhas




Poderia dizer que foi apenas uma coincidência, mas iria contra o que se crer. Diria que foi sim algo planejado, era pra ser assim.

O que é agradável surge e às vezes questionamos sua vinda, sempre com medo de viver e de que as coisas boas de hoje se tornem um mal no futuro.

Mas como ter certeza?

A resposta só pode vim quando nos permitimos vivenciar nossas próprias vidas. O medo só nos leva a adiar o viver. Quantas e quantas vezes encontramos o novo e nos desviamos dele? Quantas vezes nos permitimos conhecer o que surge diante de nós?

Podemos simplesmente desviar-nos das oportunidades, mas sempre irá surgir a questão: Por que eu não fiz? Então nos culpamos e sentimos o desejo de voltar atrás, mesmo sabendo que é tarde.

Não diria que as coisas ocorrem por mero acaso, mas diria que temos a oportunidade de escolher entre o ir e o não ir. Assim podemos passar a olhar a nossa volta e perceber todas as oportunidades apresentadas, todas as chances proporcionadas.

A escolha não é simples, sempre surge a dúvida, o medo, a indecisão. Nem sempre se consegue confiar e se permitir arriscar. O novo sempre assusta, sempre trás consigo ambigüidades. Porém é nesse novo que, muitas vezes, podemos encontrar as melhores chances e ter grandes conquistas.

Esse novo pode ser pessoas, viagens, empregos... esse novo pode ser muitas coisas, basta que saibamos identificar e não temer. “É preciso saber viver” e entender que nossas vidas são construídas através das nossas escolhas.

Não são apenas coincidências, vai além. Quando tem que ser, simplesmente é. O novo surge para que possamos viver de fato!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Reflexão Quarta - Não é em vão



É muito estranho, mas às vezes olhamos em nossa volta e descobrimos que as coisas que deveriam nos fazer bem, em alguns momentos, nos fazem mal.

Não saberia explicar como essas coisas acontecem, mas sei que ocorrem para trazerem algum aprendizado.

Nada é em vão!

Nessa vida, para aprender, de vez em quando, precisamos vivenciar situações que não são tão agradáveis, mas que são necessárias. Lágrimas podem ser derramadas, noites podem ser perdidas, podemos deixar algo para trás, mas sempre encontramos respostas, sempre entendemos a razão.

Aprender a lidar com problemas é complicado, mas saber entender é preciso. Decepção sempre acontece, erros sempre surgem, as falhas nos perseguem, porém as recompensas também nos esperam.

É muito estranho que a vida seja assim, contudo as aprendizagens, as recompensas, nunca devem ser ignoradas e é sempre bom conseguirmos relacionar os fatos, pois, se percebermos bem, os eventos sempre estão interligados, afinal a estrada é constante e leva a um único lugar, e tudo que ocorre é para que possamos chegar ao final dessa trilha.

Vivamos da melhor maneira possível, lembrando sempre: “Don’t worry, be happy!!!”